Capítulo 1: O Desafio no Escritório
Bruna ajustou os óculos no rosto enquanto digitava furiosamente no teclado, o ambiente da Microsoft Portugal zumbindo com o som de teclados e conversas baixas. Sentada em sua mesa, ela percebeu Adilson, o segurança alto e imponente, aproximando-se com um sorriso travesso. Ele cruzou os braços, a camisa do uniforme esticada sobre os músculos, e inclinou-se sobre o cubículo dela.
'Ei, Bruna, aposto contigo que hoje não chega nenhum correio. Nem uma carta, nem um pacote. Nada. Isso nunca aconteceu, né?' disse Adilson, a voz grave carregada de confiança.
Bruna ergueu uma sobrancelha, um sorriso sarcástico brincando nos lábios. 'De jeito nenhum, Adilson. Isso nunca acontece. O correio sempre chega, nem que seja uma conta pra pagar. Você tá sonhando.'
Ele riu, os olhos brilhando com malícia. 'Tá tão certa assim? Então, se eu ganhar, você me deve um favorzinho... algo mais... pessoal. Que tal uma ajudinha com a mão?'
Bruna congelou, o rosto corando instantaneamente. Ela soltou uma risada nervosa, balançando a cabeça. 'Você tá maluco? Isso é brincadeira, né? Tá bom, aposto contigo, mas só porque sei que vou ganhar.'
Adilson deu de ombros, o sorriso não deixando o rosto. 'Veremos, querida. Veremos.'
As horas passaram, e para o choque absoluto de Bruna, o dia terminou sem um único envelope ou pacote. Ela encarou Adilson do outro lado da sala, o coração apertado. Ele se aproximou, o olhar predatório, e sussurrou: 'E então, Bruna? Perdeu. Vai cumprir a aposta ou vai fugir?'
Ela cruzou os braços, o rosto fechado, tentando manter a compostura. 'Adilson, isso foi uma brincadeira. Eu sou casada, amo o João de paixão. Não posso fazer isso. Você tá louco se acha que vou...'
Ele inclinou a cabeça, a voz baixa, mas insistente. 'Foi uma aposta, Bruna. E eu não sou de esquecer. Vamos resolver isso quietinho, sem ninguém saber. Ou prefere que eu comente por aí que você não honra suas palavras?'
Bruna sentiu o pânico subir pela espinha. Olhou ao redor, vendo colegas ainda trabalhando. 'Para com isso, Adilson. Tá falando alto demais. Alguém vai ouvir!'
Ele sorriu, estendendo a mão. 'Então vem comigo. Vamos pra um lugar reservado. Ninguém vai saber.'
Ela hesitou, o coração disparado, mas a pressão dele e o medo de um escândalo a fizeram ceder. 'Só dessa vez, e nunca mais falamos disso. Entendido?'
Adilson pegou a mão dela, os dedos quentes e firmes, e a guiou pelo corredor até um armário de suprimentos escondido nos fundos do escritório. A porta se fechou atrás deles com um clique, o espaço apertado cheirando a papel e produtos de limpeza. A luz fraca mal iluminava o rosto dele, mas Bruna podia sentir a intensidade do olhar.
'Eu... eu não quero fazer isso,' ela murmurou, recuando até encostar na parede. 'Isso é errado. O João...'
'Shh, relaxa,' Adilson disse, a voz suave, mas autoritária. 'Ninguém vai saber. Só uma ajudinha rápida. Você perdeu, lembra? Mostra que tem palavra.'
Bruna engoliu em seco, o estômago revirando de nojo e nervosismo. 'Tá bom, mas rápido. E sem graça, hein?'
Ele abriu o zíper da calça, e os olhos dela se arregalaram ao ver o volume. 'Vai, Bruna. Toca. Não mordo.'
Ela hesitou, as mãos tremendo, mas finalmente estendeu os dedos, tocando-o com relutância. 'Isso é nojento... eu nunca... nunca pensei em fazer isso com alguém como você.'
Adilson riu baixo. 'Fala comigo, Bruna. Me diz o que tá sentindo. Me ajuda a ficar animado.'
Ela corou, a voz fraca. 'Eu... eu não sei o que dizer. Tá... tá duro, tá bom?'
Ele a encarou, insistente. 'Mais, Bruna. Descreve. Me faz sentir que você quer isso.'
'Credo, Adilson... tá... tá quente na minha mão. É... grande. Tá bom assim?' – Sua mão se movia devagar, desajeitada, os dedos mal envolvendo o membro duro. O calor dele a surpreendia, e uma gota de pré-gozo escorreu pelos dedos dela. *Meu Deus, o que tô fazendo? João, me perdoa... mas por que tô sentindo esse calor no corpo?*
'Continua falando. Me diz o que você faria comigo se não fosse casada,' ele pediu, a voz rouca.
'Eu... eu não sei... talvez... talvez eu te tocasse mais rápido, assim.' – Ela acelerou o ritmo, os dedos agora mais firmes, sentindo a pele lisa deslizar sob sua palma. O pau dele pulsava, mais pré-gozo escorrendo, molhando sua mão. O nojo inicial começava a se misturar com uma curiosidade proibida. *Não acredito que tô fazendo isso... mas ele tá tão duro... e eu tô ficando quente.*
'Fala mais, Bruna. Me imagina te pegando. Descreve,' Adilson insistiu, os olhos semicerrados.
'Tá bom... eu... te deixaria me pegar contra a parede, talvez... te sentir todo dentro de mim.' – Sua mão agora se movia com mais confiança, apertando a base e subindo até a ponta, onde mais líquido escorria. O membro parecia inchar mais, e ela sentia o calor subindo pelo próprio corpo. *Isso é errado, mas... por que tô tão excitada?*
'Isso, Bruna. Me diz como você quer que eu goze,' ele gemeu, a respiração pesada.
'Eu... quero que você... goze na minha mão, que me suje todo, tá bom?' – Ela apertou mais, os movimentos mais rápidos, o som da pele contra pele ecoando no pequeno espaço. O pau dele estava escorregadio agora, pulsando violentamente. O corpo dela estava quente, a respiração acelerada. *Não acredito que tô falando isso... mas quero ver ele explodir.*
'Mais, Bruna. Me faz gozar. Fala como você tá molhada só de pensar nisso,' ele pediu, quase implorando.
'Eu... eu tô... tô ficando molhada, sim... só de te sentir tão duro na minha mão.' – Seus dedos deslizavam com facilidade agora, o pré-gozo lubrificando cada movimento. Ela sentia o clitóris pulsar sob a roupa, o corpo traindo sua relutância. *Não, não, isso não pode estar acontecendo... mas tô tão excitada.*
'Vai, Bruna, me faz gozar. Descreve como você me chuparia se pudesse,' ele grunhiu.
'Eu... te colocaria na minha boca, te chuparia devagar, sentindo cada pedaço... até você não aguentar mais.' – Ela massageava a ponta com o polegar, sentindo-o tremer. O pau estava inchado ao máximo, as veias saltadas sob seus dedos. O calor entre suas pernas era inegável agora. *Meu Deus, tô falando essas coisas... e quero que ele goze logo.*
'Mais, Bruna. Me diz como você quer meu gozo,' ele pediu, a voz tensa.
'Quero... quero que você goze muito, que me suje inteira, que escorra tudo na minha mão.' – Seus movimentos eram frenéticos agora, a mão subindo e descendo com força. O membro dele parecia pronto para explodir, e ela sentia o próprio corpo tremendo de excitação. *Não acredito que tô tão envolvida nisso...*
'Quase lá, Bruna. Me fala como você quer sentir meu gozo quente,' ele gemeu alto.
'Quero sentir... quente, pegajoso, todo na minha mão... vai, goza pra mim.' – Ela apertou com força, sentindo o primeiro jato. O pau dele explodiu, o gozo quente e espesso jorrando sobre seus dedos, escorrendo pelo pulso, sujando a manga da blusa. Ela ofegava, o corpo ardendo de desejo enquanto via a quantidade absurda de sêmen. *Isso é nojento... mas por que tô tão excitada?*
Adilson respirava pesado, um sorriso satisfeito no rosto. 'Isso foi incrível, Bruna. Que tal repetir outro dia?'
Ela recuou, limpando a mão na parede com nojo de si mesma. 'De jeito nenhum, Adilson. Isso nunca mais vai acontecer. Foi um erro.'
Ele riu, ajustando a calça. 'Veremos.'
Bruna saiu do armário apressada, o coração disparado. Sozinha no corredor, encostou na parede, sentindo a umidade entre as pernas. *Meu Deus, o que eu fiz? E por que... por que tô tão molhada?*
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