Capítulo 1: O Encontro Inesperado
Clara Menezes, uma mulher de 35 anos, dona de uma presença magnética e curvas que faziam qualquer um perder o fôlego, entrou no bar de luxo com um vestido vermelho que abraçava seu corpo como uma segunda pele. Seus olhos castanhos varreram o ambiente, buscando algo — ou alguém — que valesse sua atenção. Ela não era do tipo que esperava ser notada; Clara tomava o que queria, quando queria.
No canto do bar, Rafael, um homem de 40 anos, com um olhar penetrante e um sorriso que escondia segredos, segurava um copo de uísque. Ele a viu entrar e sentiu um calor subir pelo corpo. 'Quem é essa mulher?' pensou, enquanto seus olhos se fixavam na maneira como o tecido do vestido delineava cada curva do seu quadril.
Clara sentiu o peso do olhar dele e virou-se com um sorriso debochado. Caminhou diretamente até ele, os saltos ecoando no chão de madeira. 'Está me encarando como se eu fosse um prato de sobremesa. Cuidado, posso ser mais do que você consegue engolir,' disse ela, a voz rouca, carregada de provocação.
Rafael riu, inclinando-se para frente, o cheiro do uísque misturando-se ao seu perfume amadeirado. 'E se eu gostar de desafios? Você parece o tipo de mulher que não brinca em serviço.'
'Eu não brinco, querido. Eu domino,' retrucou Clara, pegando o copo da mão dele sem pedir permissão e dando um gole longo, os lábios deixando uma marca de batom vermelho na borda. 'Mas e você? Parece ter uma boca afiada, mas será que tem algo mais... duro... pra me oferecer?'
O ar entre eles crepitava com tensão. Rafael sentiu um aperto no peito — e em outro lugar. 'Por que não descobre por si mesma? Meu quarto fica no andar de cima, e eu garanto que não vai se decepcionar,' respondeu ele, a voz baixa, quase um rosnado.
Clara arqueou uma sobrancelha, claramente divertida. 'Você é ousado. Gosto disso. Mas não se engane, eu não sigo ordens. Se eu subir com você, é porque eu quero. E acredite, quando eu quero algo, eu pego com força.'
Eles trocaram um olhar que dizia tudo. Sem mais palavras, Clara devolveu o copo vazio e caminhou em direção ao elevador, o balançar dos quadris uma promessa silenciosa. Rafael a seguiu, o coração acelerado, já imaginando o que estava por vir. Enquanto as portas do elevador se fechavam, ela se virou para ele, os olhos brilhando com desejo. 'Última chance de desistir. Porque, quando eu começar, não vai ter volta.'
'Eu não quero volta,' murmurou Rafael, aproximando-se, as mãos já ansiosas para tocar aquela pele que parecia queimar sob o tecido. O elevador subia, mas a tensão entre eles já estava explodindo. Clara sorriu, predatória, e sussurrou: 'Então prepare-se, porque eu vou te fazer suar.'
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