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Desejo Proibido

Desejo Proibido

Capítulo 1: O Encontro Ardente

Lisboa, uma cidade de ruas estreitas e segredos sussurrados, era o palco perfeito para o desejo que começava a inflamar entre Mariana e Rafael. Mariana, uma advogada de 35 anos, era uma mulher de presença imponente, com olhos castanhos penetrantes e uma confiança que fazia qualquer um parar para ouvi-la. Rafael, um artista de rua de 28 anos, tinha um charme desleixado, com tatuagens que contavam histórias de rebeldia e um sorriso que prometia problemas.

Eles se conheceram numa noite quente de verão, num bar escondido no Bairro Alto. Mariana estava lá para esquecer um caso perdido no tribunal, enquanto Rafael pintava um mural na parede dos fundos. O cheiro de tinta fresca misturava-se ao aroma de gin tónico enquanto ela o observava, o copo frio contra os lábios.

— Então, artista, acha que essa parede vai te tornar famoso ou só te meter em encrenca? — perguntou Mariana, a voz carregada de sarcasmo, mas com um brilho de curiosidade nos olhos.

Rafael virou-se, pincel na mão, e deu um sorriso torto. — Depende de quem está olhando, doutora. Mas, se for você, já me sinto um gênio.

Ela riu, um som rouco e genuíno, e deu um passo mais perto, o salto alto ecoando no chão de pedra. — Cuidado com essa língua afiada. Posso te processar por assédio... ou te dar algo melhor para fazer com ela.

Ele largou o pincel, limpando as mãos manchadas de tinta na calça jeans rasgada. — E o que seria isso? Estou todo ouvidos... ou melhor, todo disponível.

Mariana inclinou a cabeça, avaliando-o como se fosse um adversário no tribunal. — Não se faça de inocente. Vejo o jeito que você me olha. Quer pintar mais do que essa parede, não é?

— E você? — retrucou Rafael, aproximando-se até que o calor de seus corpos quase se tocasse. — Vejo essa pose de mulher intocável, mas aposto que está morrendo de vontade de se sujar um pouco. Que tal descer desse pedestal e me mostrar o que tem por baixo dessa armadura?

O ar entre eles estava carregado, elétrico. Mariana sentiu um calor subir pelo corpo, mas não era de raiva. Era algo mais primal, mais perigoso. Ela deu um gole no drink, os olhos fixos nos dele. — Cuidado com o que deseja, garoto. Eu não jogo pra perder.

Rafael riu baixo, o som vibrando no peito. — E eu não jogo pra ganhar. Só quero sentir o fogo.

Sem mais palavras, ela largou o copo na mesa e o puxou pela camisa, os lábios quase se tocando. O bar ao redor parecia desaparecer, o som das conversas e da música abafado pelo pulsar de seus corações. Eles estavam a um fio de explodir, a tensão sexual tão palpável que parecia queimar a pele. Mariana sabia que, se cedesse, não haveria volta. E, pela primeira vez em muito tempo, ela não queria que houvesse.

Want to know how it ends?

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