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Desejo Selvagem na Aldeia

Desejo Selvagem na Aldeia

Capítulo 1: O Fogo da Luxúria

O sol se punha sobre a aldeia de pedra e palha, tingindo o céu de um vermelho ardente que parecia espelhar o calor que queimava dentro de Moah. A guerreira bárbara, de cabelos castanhos selvagens e corpo esculpido em músculos de ferro, estava inquieta em sua cabana. Cada fibra de seu ser pulsava com um desejo primal, uma fome que nenhuma batalha poderia saciar. Ela era uma força da natureza, indomável, e sua atração por mulheres era um segredo mal guardado na aldeia.

Moah estava afiando sua espada, o som do metal contra a pedra ecoando na penumbra, quando a porta de sua cabana se abriu com um rangido. Seu coração disparou ao ver Sarah e Ayra entrarem, suas silhuetas iluminadas pelo crepúsculo. Ambas eram visões de pura tentação: Sarah, com seus cabelos loiros cascateando sobre os ombros, exibia seios fartos e redondos que balançavam livremente, sem qualquer tecido para contê-los. Suas coxas volumosas e cintura fina eram um convite ao pecado. Ayra, igualmente deslumbrante, tinha o mesmo corpo voluptuoso, seus seios igualmente expostos, desafiando a gravidade com uma perfeição hipnotizante.

— Ora, ora, o que temos aqui? — Moah largou a espada, sua voz rouca e carregada de malícia. Um sorriso predatório curvou seus lábios enquanto ela se levantava, os músculos de seus braços e pernas flexionando com cada movimento. — Duas gatas perdidas na toca de uma loba faminta?

Sarah riu, um som doce e provocador, enquanto cruzava os braços sob os seios, realçando ainda mais suas curvas. — Perdidas? Não, Moah. Viemos de propósito. Ouvimos dizer que você anda... inquieta. Pensamos em te fazer companhia.

— Companhia, é? — Moah deu um passo à frente, seus olhos escuros brilhando com luxúria enquanto devoravam cada centímetro das duas mulheres. — Vocês sabem que eu não brinco em serviço. Se entraram aqui, é melhor estarem prontas pra aguentar o tranco.

Ayra, mais ousada, inclinou a cabeça e lançou um olhar desafiador. — E quem disse que não estamos? Mostra o que você tem, bárbara. Ou será que só sabe falar?

Essas palavras foram como gasolina no fogo que já ardia dentro de Moah. Com um grunhido baixo, ela avançou, suas mãos fortes agarrando a cintura de Ayra com uma força quase brutal, puxando-a contra seu corpo rijo. — Vou te mostrar o que é falar pouco e fazer muito, loirinha.

Sem perder tempo, Moah virou-se para Sarah, envolvendo-a também em um abraço feroz, suas mãos apertando a carne macia de ambas com uma intensidade que as fez arfar. — Vocês são um banquete, e eu tô morrendo de fome — murmurou ela, sua voz um sussurro quente contra a pele de Sarah.

Os olhos de Moah desceram para os seios expostos das duas, e sua respiração ficou pesada, quase animal. — Que delícia... — Ela não resistiu mais. Abaixando a cabeça, capturou um dos mamilos de Sarah com a boca, sugando com uma voracidade selvagem que arrancou um gemido da loira. Sua língua dançava, provocava, enquanto suas mãos continuavam a apertar as cinturas das duas mulheres, mantendo-as presas em seu domínio.

— Caramba, Moah, você não brinca mesmo... — Sarah conseguiu dizer entre suspiros, suas mãos instintivamente se agarrando aos ombros largos da guerreira.

— Brincar? — Moah levantou a cabeça por um instante, seus lábios brilhando com um sorriso malicioso. — Isso é só o aquecimento, querida. — Sem esperar resposta, ela se voltou para Ayra, atacando seus seios com a mesma intensidade, sugando e mordiscando com uma fome insaciável. Ayra deixou escapar um som agudo, mas não havia resistência, apenas rendição ao prazer avassalador que Moah impunha.

O ar na cabana estava denso, carregado de tensão e desejo. Moah alternava entre as duas, sua boca voraz explorando cada curva, cada pedaço de pele macia, enquanto suas mãos as seguravam com uma força que deixava marcas. Ela estava no comando, uma predadora em seu elemento, e o calor de seus corpos contra o dela só alimentava ainda mais sua luxúria.

A noite prometia ser longa, e Moah sabia que isso era apenas o começo. Seus instintos gritavam por mais, por ir além, por consumir cada pedacinho daquelas mulheres até que todas estivessem ofegantes, suadas e completamente saciadas. E ela não pararia até que isso acontecesse.

Want to know how it ends?

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