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Toque Proibido

Toque Proibido

Capítulo 1: Confissões e Desejo

André entrou na sala de fisioterapia com o habitual sorriso tímido, o corpo ainda dorido do treino intenso da véspera. A sala cheirava a desinfetante e a algo indefinidamente acolhedor, talvez o perfume de Helena, a fisioterapeuta que o acompanhava há semanas. Helena, uma mulher de trinta e poucos anos, tinha uma presença magnética — cabelos castanhos soltos caindo sobre os ombros, olhos penetrantes e uma confiança que parecia inabalável. Mas hoje, algo estava diferente. O rosto dela carregava uma sombra de tristeza, os lábios apertados enquanto preparava a marquesa.

— Tudo bem, Helena? — perguntou André, deitando-se de barriga para baixo, sentindo o tecido fresco da marquesa contra a pele.

Ela suspirou, as mãos já começando a trabalhar nos músculos tensos das costas dele. — Não, André. Não está tudo bem. Descobri que o meu ex me traía. Um mês inteiro a viver uma mentira. Como é que alguém tem lata para isso?

André virou ligeiramente a cabeça, tentando encontrar os olhos dela. — Lamento, Helena. Mas olha, tudo o que falamos aqui fica aqui, nesta sala. É um espaço seguro, não é? Ninguém vai saber.

Ela deu um meio-sorriso, os dedos pressionando um ponto particularmente tenso. — És um bom ouvinte, sabias? E tu, André? Alguma história de amor para partilhar enquanto te torturo com estas mãos?

Ele riu, um pouco nervoso, o rosto corando. — Não, nada disso. Nunca tive namorada. Na verdade... sou virgem. — A confissão saiu quase num murmúrio, mas Helena ouviu claramente. As mãos dela pararam por um instante, e ele sentiu o peso do silêncio.

— Virgem, hein? — disse ela, a voz carregada de curiosidade, mas sem julgamento. — Bem, há uma primeira vez para tudo. Aguenta aí cinco minutos, já volto.

André franziu o sobrolho, confuso, enquanto ouvia os passos dela a afastarem-se. Para onde ia ela com tanta pressa? Ficou ali, deitado, o coração batendo um pouco mais rápido, sem saber porquê. Quando Helena voltou, trazia uma energia diferente, quase elétrica. Fechou a porta atrás de si com um clique firme e disse, num tom que não admitia hesitação:

— Levanta-te, André.

Ele obedeceu, sentando-se na marquesa, e então viu-a. Helena estava na outra marquesa, as calças e cuecas descidas até aos tornozelos, encostadas às sapatilhas brancas. Sentada com as pernas abertas, oferecia-lhe um vislumbre tentador da sua intimidade, um convite silencioso que fez o sangue de André ferver nas veias. Ele engoliu em seco, o corpo reagindo instantaneamente, uma onda de calor subindo-lhe pelo peito.

— Anda cá, André — disse ela, a voz rouca, os olhos brilhando com uma mistura de desafio e desejo. — Mergulha na minha cona. Não te preocupes, eu guio-te.

Ele hesitou por um segundo, mas o tom dela era irresistível, uma ordem que ele não queria desobedecer. Aproximou-se, o coração a martelar, e ajoelhou-se entre as pernas dela. O cheiro dela era inebriante, e quando a língua dele tocou a pele macia e quente, sentiu um arrepio percorrer-lhe a espinha. Helena soltou um gemido baixo, as mãos agarrando os cabelos dele, puxando-o mais para si.

— Isso, rapaz... usa essa língua. Mostra-me o que tens — murmurou ela, a voz entrecortada, enquanto o guiava com firmeza. André sentiu o sabor dela, doce e salgado, e perdeu-se no momento, cada movimento da língua arrancando suspiros mais altos de Helena.

Não demorou muito até que o corpo dela se tensionasse, as coxas tremendo ao redor da cabeça dele. Ela veio-se com um grito abafado, o corpo arqueando contra a marquesa, e André sentiu uma onda de orgulho misturada com um desejo avassalador. Ele levantou-se, ofegante, o cock já duro como pedra, pulsando contra as calças.

Helena, ainda recuperando o fôlego, olhou para ele com um sorriso predador. — Tira isso, André. Quero-te dentro de mim. Agora. — Ela pegou numa caixa de preservativos que tinha deixado ao lado, rasgando um pacote com dedos ágeis. Ele despiu-se rapidamente, o coração disparado, e deixou que ela deslizasse o preservativo sobre o seu membro, os dedos dela quentes e seguros.

— Estás pronto? — perguntou ela, deitando-se de costas, as pernas abertas, a pussy ainda molhada e convidativa.

— Acho que sim — respondeu ele, a voz trémula, mas os olhos cheios de determinação. Uma mão segurou a anca dela, a outra guiou o cock até à entrada quente e apertada. Quando a penetrou pela primeira vez, sentiu um mar de sensações — o calor, a humidade, a forma como ela o envolvia. Era quase demais. Moveu-se devagar, entrando e saindo com cuidado, saboreando cada centímetro.

— Porque vais tão devagar? — perguntou Helena, a voz carregada de impaciência, os olhos faiscando. — Mete mais força, André. Não me faças esperar.

Ele riu, um pouco envergonhado, o suor começando a formar-se na testa. — Se for mais rápido, vou-me vir num instante. Quero que isto dure.

— Então faz-me sentir algo que valha a pena — desafiou ela, apertando-o com as pernas, puxando-o mais fundo. André cedeu, acelerando o ritmo, cada estocada mais intensa, o som dos corpos colidindo enchendo a sala. Ele sentiu o clímax aproximar-se, uma onda incontrolável, e com um gemido rouco, veio-se dentro dela, o corpo tremendo de prazer.

Ambos ficaram ali, ofegantes, suados, o ar carregado de tensão e libertação. Helena olhou para ele, um sorriso satisfeito nos lábios. — Para um virgem, até que não te saíste mal. Mas isto é só o começo, André. Ainda temos muito para explorar.

E ele sabia que, naquela sala, as sessões de fisioterapia nunca mais seriam as mesmas.

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